União estável
Pensão por morte na união estável: como comprovar
Quem vivia em união estável pode ter direito à pensão por morte. Entenda quais provas costumam ser analisadas pelo INSS e pela Justiça.
Companheiro e companheira também são dependentes
A legislação previdenciária equipara a união estável ao casamento para fins de pensão por morte, inclusive entre pessoas do mesmo sexo. Na maioria dos casos, o desafio está na comprovação da convivência.
Quais provas podem ajudar
A lei exige início de prova material, com pelo menos um documento produzido nos 24 meses anteriores ao falecimento. Testemunhas podem complementar, mas não substituem os documentos. Alguns exemplos:
- Filhos em comum;
- Comprovantes de endereço no mesmo local;
- Conta bancária conjunta;
- Declaração de Imposto de Renda com o companheiro como dependente;
- Plano de saúde ou seguro de vida com o companheiro como beneficiário;
- Escritura pública ou declaração de união estável.
E se o INSS não reconheceu a união
Quando o pedido é negado por falta de provas, pode ser avaliado um recurso ou uma ação judicial, com a reunião de novos documentos e testemunhas. Cada caso depende da análise das provas disponíveis.
Entenda melhor o seu caso
Cada situação depende dos documentos, das datas e da situação previdenciária de quem faleceu. Fale com a equipe pelo WhatsApp para uma análise inicial do caso, sem compromisso com um resultado.
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